sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
O que significa "a banalidade do mal"?
Hanna Arendt cunhou este termo que tem sido erroneamente explicado como o mal inerente em cada ser humano. Ela chegou a ele através de questionamentos como "O que precisa acontecer em uma sociedade para uma maioria de algum tipo transformar o mal em moralidade?". E, concluiu que o fardo da humanidade - que ao lado do abrangente Humanismo também desenvolveu outros "ismos" onde o "outro" é excluído, repousa sobre os ombros do indivíduo. Portanto, em sua obra Arendt reforçou o valor do pensamento, e da autocrítica, como ferramentas capazes de opor o ser humano à banalidade da ocasional moralidade da vez que justifica o mal. Ada Ushpiz, no Haaretz.
domingo, 25 de dezembro de 2016
Como mudamos de opinião?
Até recentemente não existiam modelos matemáticos capazes de descrever e prever as mudanças. Agora isso mudou. Cada pessoa, além de receber a nova informação, tenta conciliá-la com o conjunto de crenças que já tem, buscando uma coerência interna mínima. A nova informação pode ou não modificar essas crenças, dependendo do balanço entre a força da nova informação e a força da crença estabelecida. Assim, mesmo respeitando a fonte da nova informação, uma pessoa pode ter um conjunto de crenças tão forte que mesmo a nova informação, vinda de fonte confiável, não é forte o suficiente para modificar o conjunto de crenças. Fernando Reinach, no Estadão.
domingo, 11 de dezembro de 2016
O que é "deliberate practice"?
Literalmente prática deliberada, ou seja treinar com um propósito, é praticar uma atividade altamente estruturada com o objetivo específico de melhorar o desempenho. Este termo foi cunhado por K. Anders Ericsson, autor do livro Peak - How to Master Almost anything (veja o vídeo abaixo!!!). Em essência, desloca a nossa percepção de talento para um novo paradigma: nosso limite depende do quanto perseveramos. Corbett Barr escreveu um bom artigo sobre o tema aqui.
domingo, 20 de novembro de 2016
Melhor versus menos pior
O “melhor” para poucos pode valer mais do que o “menos pior” para muitos. José Roberto de Toledo no Estadão, analisando a vitória de Trump.
domingo, 23 de outubro de 2016
Who is calling?
Veja aqui “Hineni, hineni" que em hebraico significa "Eis me aqui, estou pronto", explicação interessante do próprio Leonard Cohen.
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