sábado, 28 de abril de 2012

O que é “Espaço Compartilhado”?

É um conceito de planejamento urbano que está trazendo um novo paradigma. No “Espaço Compartilhado” (“Shared Space”, "Espacio Compartido") busca-se uma mudança urbana para integrar o tráfego de veículos com as atividades humanas, e não isolá-las como acontecia antes. A ideia nasceu em 2004. Hans Monderman, um  conhecido especialista europeu na gestão de trânsito e principal proponente desta ideia dizia: 
- Isto é para as pessoas interagirem naturalmente em público; você não precisa colocar sinais de tráfego em uma festa de aniversários, certo?
Imagem Espinillo.Org

Um dos seus trabalhos mais emblemáticos ocorreu em Oosterwolde, Holanda. Uma junção de cinco ruas foi transformada em uma praça pública onde circulam tranquilamente pedestres, ciclistas e motoristas. O pavimento vermelho - uma característica de todos esses projetos, delimita o “Espaço Compartilhado”.
Imagem Espinillo.Org

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Quanto realmente escutamos?

Imagem do Blog Inevitable And Not Think
A maioria de nós teve a sorte de ser abençoado com a capacidade de ouvir; mas quanto realmente escutamos? Você se surpreenderia com o número de vezes em que recebemos soluções para os nossos problemas, mas ficamos tão ocupados falando, que não conseguimos parar para escutá-las. Quantas vezes nos pegamos pensando mais no que vamos dizer em seguida do que escutando o que a outra pessoa está nos dizendo?
Na maioria das vezes, as palavras entram por um ouvido e saem pelo outro.
A importância de escutar os outros é algo que as pessoas de nível espiritual elevado sempre entenderam. Não importa se as pessoas estão certas ou erradas, temos a responsabilidade de escutá-las. Se não cumprirmos com essa responsabilidade, como poderemos esperar que os outros nos escutem?
Se quisermos atingir o nível em que os outros nos escutam, vamos então nos concentrar em escutar cuidadosamente os outros.

Quando abrimos nossos ouvidos, abrimos nossos corações para nos tornar realmente envolvidos com os outros.
R. Yehuda Berg no Sintonia Diária.

sábado, 21 de abril de 2012

A linguagem dos Piraãs

A Língua Piraã se vaIe de sufixos que chancelam o grau de veracidade do que está sendo dito. São três sufixos: um informa que “eu vi isso com meus próprios olhos”, outro revela que “alguém me contou isso” e um terceiro atesta que “eu digo isso com base em evidências”.
Esse cuidado é reflexo de um valor cultural especialmente caro aos píraãs. Para eles, é indispensável que o interlocutor apresente provas do que está afirmando. Os píraãs têm outras estruturas que são resultado claro da influência da cultura. Eles não conhecem os números. Só conseguem mensurar as quantidades e os volumes em pouco ou muito.
Para eles, saber contar claramente não seria uma vantagem evolutiva. Identificar com precisão cada animal e árvore da floresta era decisivo e, como resultado, os píraãs desenvolveram um complexo e vasto vocabulário sobre isso. DanieEverett, na Revista Veja via Slide Share do Sérgio Czajkowski Jr 
Imagem do Jornal Tribuna de Macau

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Lendo nas entrelinhas: o que os outros nos dizem mostra o que é preciso fazer no momento, e nesta vida.

É importante desenvolver a capacidade de ouvir e de ler nas entrelinhas, porque o Criador fala conosco por meio das pessoas. As palavras que os outros nos dizem são a forma do Criador nos mostrar o que precisamos fazer neste momento e nesta vida. Nunca subestime o que uma pessoa - qualquer pessoa, disser a você. R. Yehuda Berg no Sintonia Diária.

sábado, 14 de abril de 2012

Qual é a ferramenta mais importante do homem?

A Linguagem é a ferramenta mais importante do homem. É ela que nos faz humanos. 
Pela fala e, depois pela escrita conseguimos formular pensamentos e acumular conhecimentos no decorrer das gerações. DanieEverett, na Revista Veja via Slide Share do Sérgio Czajkowski Jr 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A "conexão" é só o meio para alcançar o objetivo final, não é o próprio objetivo!

José vivia há muito tempo atrás em Jerusalém. 
Ele precisava desesperadamente encontrar trabalho para sustentar sua família. Uma noite,  teve um sonho sobre um tesouro enterrado debaixo do palácio na cidade de Vilna, na Lituânia. 
Embora Vilna fosse situada ao norte da Europa, a milhares de quilômetros de Jerusalém, ele resolveu ir até lá para encontrar o tesouro. A viagem levou quatro meses e quando José chegou ao palácio, foi imediatamente confrontado pelos guardas do rei. Ele ficou tentado a mentir sobre o motivo de sua longa viagem, mas decidiu que dizer a verdade era o melhor caminho, já que não havia feito nada de errado. Assim, contou seu sonho ao capitão e ao ouvi-lo, o capitão começou a rir. 
- Se eu desse ouvidos a todos os meus sonhos, estaria em Jerusalém nesse instante. Sabe, essa noite mesmo eu tive um sonho sobre um homem que possui um tesouro enterrado em baixo de sua casa!
Pela descrição que o capitão fez da casa, José se deu conta de que ele era o homem e que o tesouro estava em baixo da sua própria casa. Nesse momento, José entendeu o motivo real da sua viagem: aprender aonde se encontrava o tesouro no final das contas.

O ensinamento nessa conhecida história é que o tesouro que procuramos está bem ali, no nosso próprio quintal. Mas para mim, existe um ensinamento ainda mais profundo no entendimento de que “ir para uma conexão” nunca é o objetivo final, mas sim o meio para alcançar um objetivo final. Não teremos completado o trabalho só por ter feito a viagem. É o que acontece depois que constitui a chave. Como José na história, precisamos retornar para as nossas vidas, para as nossas casas, e realizar ações com a Luz que recebemos. Yehuda Berg no seu Blog.

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