quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Oportunidade 1 - Sonhe

Sonhe com aquilo que você quiser.
Vá para onde você queira ir.
Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar porque em pleno dia se morre.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Apego

Se você olhar atentamente você verá que existe apenas uma coisa, e somente uma coisa, que causa infelicidade. O nome desta coisa é apego.

O que é apego?

Um estado emocional de aderência causado pela crença de que sem alguma coisa particular ou alguma pessoa você não consegue ser feliz.

Anthony de Mello

domingo, 21 de dezembro de 2008

Quatro princípios para gestão de crises

Quatro princípios muito claros:
  1. Primeiro, a intervenção deve ser limitada a setores que ocupem posição central no processo de cura.
  2. Segundo, sempre que possível formar parcerias.
  3. Terceiro, estabelecer com antecedência os mecanismos de saída.
  4. E por fim, quarto, não permitir que o perfeccionismo retarde a ação. A gestão de crises inevitavelmente resulta em incongruências, que terão de ser resolvidas por esforços de reconciliação e reforma.
Mohamed A. El-Erian, em artigo no Financial Times, traduzido por Flavio Migliacci e publicado na Folha de S. Paulo de 14/12/08.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Paz 3 - Toda a compreensão que temos dos outros deriva de nós mesmos

Toda a compreensão que temos dos outros deriva de nós mesmos.
Quando nos identificamos com alguém e podemos aceitar sua forma de ser, significa que encontramos em nós mesmos elementos semelhantes ao outro.
Identificamo-nos com os outros quando entendemos existir em nós as mesmas limitações, angústias e ansiedades que experimentam.
Por esta razão, para que este mundo seja mais tolerante é fundamental que as pessoas se conheçam mais. O autoconhecimento é um dos movimentos políticos menos reconhecidos e computados nas análises das forças que transformam este mundo.
A Paz só é possível entre pessoas que se conhecem.
Nilton Bonder

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Ganhar e Perder 2 - Saber como ganhar

Saber como ganhar é uma coisa diferente da implementação das medidas necessárias para fazê-lo. A compreensão ou alcance intelectual (do saber como ganhar) não é o suficiente para fornecer as ferramentas para a ação.
Saber como ganhar é diferente de saber como derrotar.
John A. Nagl
ERP
Imagem da Revista Sistemas

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Participe!

O Estado de Santa Catarina precisa de toda ajuda disponível.

Veja como ajudar neste site www.defesacivil.sc.gov.br
Para Doações Fone 0800 482 020 e Fone: (48) 4009-9816.
Para se cadastrar como voluntário:
1- A Defesa Civil informa que o cadastro de médicos, enfermeiros e outros profissionais, pode ser feito no site da Secretaria de Saúde: www.saude.sc.gov.br
2- O Instituto Voluntários em Ação (IVA) busca pessoas que possam carregar caminhões, doar sangue, separar os donativos enviados conforme as necessidades de cada município (é preciso ir ao local) e que possam divulgar campanhas de doações. O site da entidade traz mais detalhes sobre as funções voluntárias.
Fonte: Globo

Se a história passada fosse tudo o que conta . . .

Se a história passada fosse tudo o que conta, as pessoas mais ricas seriam as bibliotecárias.
Warren Buffett

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Limites

Uma vez que aceitemos nossos limites, nós vamos além deles.
Brendan Behan


terça-feira, 25 de novembro de 2008

Prestu et nunca bien, no andata encanta.

Prestu et nunca bien, no andata encanta.

Ditado Sardo, que significa mais ou menos isto:

Rápido e bem, não andam mais juntos. (Ou em italiano: Presto e bene, non vanno mai insieme).

Com ajuda da Marcela Cocco.






segunda-feira, 24 de novembro de 2008

domingo, 23 de novembro de 2008

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Destino 4 - O sucesso é uma viagem, . . .

O sucesso é uma viagem, não um destino.
O fazer é geralmente mais importante do que o resultado.
Nem todos podem ser Número 1.

Arthur Robert Ashe Jr

E tem este muito parecido:

A felicidade não é uma estação de chegada, mas um modo de viajar.
M. Ruberck, que está na janela da joana

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Os Filhos - Dia Mundial da Criança

Uma mulher que carregava o filho nos braços disse:
- Fala-nos dos filhos. E ele falou.
- Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Vêm através de vós, mas não de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos, Porque eles têm seus próprios pensamentos. Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas; Pois suas almas moram na mansão do amanhã, Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho. Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós, Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados. Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe. Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria: Pois assim como ele ama a flecha que voa, Ama também o arco que permanece estável.

Do Livro "O Profeta" de Gibran Khalil Gibran

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Se você está numa mesa de pôquer . . .

Se você está numa mesa de pôquer há mais de 30 minutos e não percebeu quem é o pato da vez, é porque você é que é!
Ditado antigo, em inglês.

domingo, 16 de novembro de 2008

Escolher as pessoas certas

O executivo tem de escolher as pessoas naturalmente motivadas e colocá-las em posições-chave. Cobrar as pessoas erradas apenas as desmotiva mais.
Jim Collins

sábado, 15 de novembro de 2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Como administrar o Tempo? 2 - Urgência x Relevância

Segundo Stephen Covey, o modelo da Era Industrial privilegiava a resolução das urgências do dia-a-dia. O novo modelo, para a Era da Informação, privilegia a dedicação às atividades relevantes. Divida o tempo assim (FonteExpoManagement S.Paulo, via Estadão de 13/11/08):
  • Use 65% para temas Importantes e Não Urgentes (Ex: planejamento e identificação de oportunidades).
  • 20% para Importantes e Urgentes (Ex: crise).
  • 15% para Urgentes Não Importantes (Ex:relatórios desnecessários)
Imagem do Blog Methodus

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Povos Indígenas no Brasil

Conheça os Povos Indígenas no Brasil, neste site: http://pib.socioambiental.org/

Clique no nome de cada povo e saiba sua população, localização e características.

domingo, 9 de novembro de 2008

Onze Lições Sobre a Arca de Noé

1- Não perca o barco da oportunidade.
2-
Lembre-se que estamos todos no mesmo barco.

3-
Planeje com antecedência. Não estava chovendo quando Noé construiu a Arca.

4- Conserve a saúde
. Quando estiver com 60 anos, alguém poderá pedir-lhe para fazer algo realmente grande.

5-
Não dê ouvidos aos críticos, prossiga com o trabalho que precisa ser feito.

6- Construa o seu futuro, no topo.
7- Por segurança, viaje em
pares.
8- Velocidade nem sempre é uma vantagem. Os caramujos estavam a bordo, assim como os leopardos
.
9- Quando estressado, relaxe por um tempo
.
10- Lembre-se, a Arca foi construída por amadores, e
o Titanic por profissionais.
11- Não importa o tempo ruim, quando você está com Deus, existe um arco-íris à espera.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Glocal 1

Pensar globalmente, agir localmente.
Resumido neste neologismo: Glocal.



Na área de investimentos, pode ser dito assim: 
Um olho no fundamento e outro no momento.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Bolsa de Valores

A Bolsa de Valores sobe no boato e cai no fato, porque os investidores reagem(compram) ao boato e realizam(vendem) no fato.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Design

Desde os seus primórdios o design tem sido formador cultural do nosso mundo. Karin Rashid

O design é o espelho de uma época. Frase de Albrecht Banger, curador da exposição sobre a obra de Karin no Instituto Tomie Ohtake.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Imprensa Leniente

A imprensa facilita a vida de políticos mentirosos porque os jornalistas são treinados para considerar os dois lados de qualquer questão. Se Bush dissesse que o mundo é plano, a manchete no noticiário iria ser:
- Forma do Mundo: As opiniões divergem.


Paul Robin Krugman (2.000) , economista norte-americano, ganhador do Premio Nobel de Economia em 2008.

domingo, 26 de outubro de 2008

Inércia das Pessoas

Pessoas acostumadas à estabilidade não podem acreditar no que está acontecendo quando confrontadas com uma situação potencialmente revolucionária, e são, portanto, ineficazes em opor-se a ela.

Paul Robin Krugman

Inércia das Coisas

A maior parte das coisas fica da forma como está, a menos que haja uma forte pressão para mudar.
Paul Robin Krugman , economista norte-americano, ganhador do Premio Nobel de Economia em 2008.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Os Filhos do Sol, os Filhos da Lua e a Mãe Terra

Símbolos serpentinos, triângulos, animais como a rã, a coruja, a onça, o gavião; símbolos do feminino, da gravidez, da abundância, da prosperidade; assim como símbolos do masculino, do sol, da flecha, da lança, da ação, estão presentes como códigos universais em todos os materiais achados em sítios arqueológicos.
Na verdade, são fragmentos registrados da produção dos primeiros tempos após - o final do Ciclo de Tupã. Na região amazônica emergiram os antigos ensinamentos que são mantidos até hoje em ritos e mitos dos povos indígenas.
Os antepassados Tupy atravessaram as águas que apagaram o passado da raça vermelha, gerando os futuros Tupinambá e Tupy-Guarani a partir do imenso Amazonas.
Os Tupinambá principiaram sua expansão, romperam o Brasil de norte a sul, influenciaram os nomeados como Tapuia, todo o povo bumerangue, o povo flecha, o povo dos sambaquis e outros. Deixaram o rastro da sua língua e cultura pelos quatro cantos. Expandiram-se ao norte pelo rio Amazonas, ao sul pelo Paraguai, a leste pelo Tocantins e a oeste pelo Madeira.
Eram viajantes, navegadores e guerreiros. Diz a lenda que:
- Um grupo de tribos seguiu a Lua e teceu um conhecimento para o interior da Terra e o interior de si. Desenvolveu a medicina do sonho, da reflexão, da filosofia e da arte; buscou aprender com os espíritos da natureza os fundamentos da existência.
- O outro grupo seguiu o Sol e desenvolveu a arte da conquista através da batalha, da caça, da agricultura. Desenvolveu uma medicina a partir do controle dos espiritos da natureza, e passaram a manejar chuvas, plantas, culturas.
O povo bumerangue, o povo de Itararé, o povo dos sambaquis, com o passar do tempo, seriam renomeados tanto pelos seus futuros parentes como pelos seus futuros inimigos, daí florescendo em Goitacaz, Aymoré, Xavante, Krahô, Bororo, etc.
Fonte: A Terra dos Mil Povos, Kaká Werá Jecupé, no site Tempo do Vento.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

A montanha e eu . . .

As aves desapareceram do céu,

E agora a última nuvem escoa as suas águas.

Sentamo-nos juntos, a montanha e eu,

Até que só reste a montanha.

Li Po - Poeta chinês 701-762, citado em O Dom de Voar.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Paz 2 - O paradoxo da luta

Estou disposto a lutar pela Paz...
- Não é melhor morrer por algo que se acredita, como a Paz, do que sofrer por algo que não se acredita, como a guerra?
Albert Einstein

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

domingo, 5 de outubro de 2008

Destino 3 - Arrependimento, Oração, e Caridade removem . . .

A essência do Rosh Hashaná (Ano Novo Judaico), os Dez Dias de Arrependimento, e (Dias que se seguem ao Rosh Hashaná e antecedem) o Yom Kippur (Dia da Expiação ou Julgamento) está nestes conceitos:
Arrependimento, Oração e Caridade removem a má "sorte" do destino.
  • Arrependimento (Sincero, mais além do pedido de desculpas),
  • Oração (Convicta), e
  • Caridade (Justiça Social)
  • removem a má "sorte" no destino (no sentido de conseqüência de ações anteriores).
Fontes : Machzor, Livro de Reza Judaico, jewishmag e hebreu

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A União Européia é como os bancos . . .

A União Européia é como os bancos: ressuscita à noite, agoniza na manhã seguinte, recupera-se ao meio-dia, para desmaiar ao entardecer.

Gilles Lapouge

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Você pode sempre contar com . . .

Você pode sempre contar com os norte-americanos para fazerem a coisa certa, depois que eles tiverem tentado todo o resto.

Autor: Winston Churchill




quarta-feira, 1 de outubro de 2008

domingo, 28 de setembro de 2008

Vegetais e sua correlação com o corpo humano

Abacate => Útero. Tem formato do, e demora 9 meses para ir da flor ao fruto maduro. E também tem ferro e ajuda a controlar o nível de colesterol e triglicérides.

Aipo => Osso. Parece com, e tem a mesma quantidade de sódio, 23%.

Azeitona => Ovário. Ajuda a função. Da azeitona deriva o óleo que traz a luz.

Batata Doce => Pâncreas. Parece com, e ajuda a regular o equilíbrio glicêmico.

Cebola => Célula do corpo humano.

Cenoura => Olho. Uma fatia de cenoura parece com, pupila, iris, linhas radiais.

Feijão => Rim

Figo => Esperma. Cheio de sementes, melhora a mobilidade e contagem.

Laranja => Mama. Ajuda as glândulas mamárias.

Noz => Cérebro. Tem hemisfério direito e esquerdo e se parece.

Tomate
=> Coração. Tem 4 câmeras e é vermelho.

Uva =>
Célula sanguínea. Um cacho tem o formato do coração e uma uva se parece com uma célula. Da uva deriva o vinho, com seus inúmeros significados ligados a vida e alegria e também a euforia e decadência.

Leia também: coma um arco íris de frutas e vegetais

sábado, 20 de setembro de 2008

Por que contar histórias?

Elie Wiesel conta que o grande Rabino Israel Shem Tov (Baal Shem Tov), quando via que os judeus estavam sendo maltratados, ia para a floresta, acendia um fogo sagrado, e fazia uma reza especial, pedindo a Deus que protegesse seu povo. E Deus enviava um milagre.

Mais tarde, seu discípulo Maguid de Mezritch, seguindo os passos do mestre, ia para o mesmo lugar da floresta e dizia:

- Mestre do Universo, eu não sei como acender o fogo sagrado, mas ainda sei a reza especial; escuta-me, por favor! E o milagre acontecia.

Uma geração se passou, e o rabino Moshe Leib de Sasov, quando via as perseguições ao seu povo, ia para a floresta, dizendo:

- Eu não sei acender o fogo sagrado, nem conheço a prece especial, mas ainda me lembro do lugar. Ajudai-nos, Senhor!. E o Senhor ajudava.

Cinqüenta anos depois, o rabino Israel de Rizhin, em sua cadeira de rodas, falava com Deus:

- Não sei acender o fogo sagrado, não conheço a oração, e não consigo sequer achar o lugar na floresta. Tudo que posso fazer é contar esta história, esperando que Deus me escute.

E contar a história foi suficiente para que o perigo se afastasse; segundo Wiesel, Deus criou o homem porque Ele adora histórias.

Fonte: Essa e outras histórias no site Guerreiro Da Luz

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Erros e acertos 1

Errar é humano, mas quando se gasta mais borracha do que lápis, você está positivamente exagerando.
Frase atribuída a um certo John J. Jenkins. Não sei quem ele é ou foi!
Em todo o caso, a frase chegou até aqui por causa do João Canada.

Imagem do Site Minutos de Sabedoria

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Comprar na baixa . . .

Nestes tempos de Bolsas em baixa é sempre bom lembrar que o ideal é:

Comprar na baixa, e vender na alta.

ou

Comprar ao o som dos canhões, e vender ao som dos violinos.

sábado, 13 de setembro de 2008

A História da Arte Maravilhosa de Um Gato.

Era uma vez um mestre de esgrima chamado Shoken. Em sua casa vivia uma ratazana, uma verdadeira praga. Ela aparecia andando para baixo e para cima, até a luz do dia. Certa vez, Shoken fechou a porta, para que o gato pudesse apanhá-la. Porém, ela pulou no focinho do gato e o mordeu tanto, que ele fugiu gritando. Essa tentativa fracassou.
O dono da casa trouxe então outros gatos da vizinhança, que gozavam da fama de corajosos, e os colocou dentro do quarto. A ratazana se acocorou num canto e, tão logo um gato se aproximava, ela pulava, mordia e punha o gato a correr. A ratazana parecia tão feroz, que todos os gatos hesitavam em se aproximar uma segunda vez. Shoken ficou furioso, e resolveu apanhar ele mesmo a ratazana e matá-la. Porém, apesar de sua destreza, a ratazana escapava a cada golpe do mestre de sua esgrima, e este não conseguiu acertá-la. Em suas tentativas, ele dilacerou portas, shojis e karamanis. Mas a ratazana parecia deslizar no ar, rápida como um raio, escapando de cada um dos seus golpes: finalmente ela pulou em seu rosto e o mordeu. Banhado de suor, ele chamou seu ajudante e disse:
- Parece-me que a seis ou sete léguas daqui há um gato que dizem ser o mais esperto do mundo. Vá e traga-o aqui!
O empregado trouxe o gato. Este não parecia distinguir-se dos outros gatos, não aparentava ser especialmente inteligente, nem feroz. Por isso, ao vê-lo, o mestre de esgrima não alimentou grandes esperanças; mesmo assim, entreabriu a porta e o deixou entrar. O gato entrou muito tranqüilo, devagarzinho, como se não esperasse nada de extraordinário. A ratazana, entretanto, teve um sobressalto e permaneceu imóvel. O gato simplesmente foi se aproximando, muito devagar, agarrou-a com a boca e a levou para fora.
Nessa noite, os gatos vencidos reuniram-se na casa de Shoken, ofereceram o lugar de honra ao velho gato, fizeram uma respeitosa reverência diante dele e disseram modestos:
- Todos nós gozamos da reputação de sermos bons trabalhadores. Todos nós nos exercitamos neste ofício, e afiamos nossas garras de modo a poder vencer toda espécie de ratos, e até doninhas e gambás. Nunca poderíamos imaginar que existisse uma ratazana tão forte! Como é que você conseguiu vencê-la tão facilmente? Não guarde segredo da sua arte; por favor, revele-a para nós. Então o velho gato sorriu e disse:
- É verdade que todos vocês, gatos jovens, são trabalhadores esforçados. Mas desconhecem o caminho correto. Por isso, ao se depararem com alguma coisa inesperada, falham. Mas primeiro contem-me como vocês têm praticado.
Um gato preto aproximou-se, então, e disse:
- Sou descendente de uma família famosa pela caça de ratos. Por isso decidi seguir o mesmo caminho. Sei pular sobre uma muralha de dois metros. Sei me espremer num buraco tão pequeno, que só um rato é capaz de atravessar. Desde criança tenho praticado todas as artes acrobáticas. Até mesmo ao acordar, ainda meio adormecido e com os reflexos lentos, basta-me ver, de relance, um rato passar, e já o peguei! Mas a ratazana de hoje foi mais forte do que eu, e sofri a mais terrível derrota de toda a minha vida. Estou envergonhado.
O velho gato retrucou:
- O que você praticou nada mais foi do que a técnica (shosa, a mera arte física), mas você está obcecado com a pergunta: como vencer? E, portanto, fica apegado a uma meta! Quando os antigos mestres ensinavam a "técnica", eles o faziam para indicar uma forma de caminho (michisuji). Sua técnica era simples e, no entanto, encerrava a mais elevada verdade. Seus sucessores, porém, só se ocupam com a técnica. É claro que descobriram trejeitos novos, e por isso seguiram a receita do tipo "fazendo isto ou aquilo, se obtém tal e tal resultado". Mas qual é o verdadeiro resultado? Nada além de certa destreza. Assim foi esquecido o antigo modo tradicional, e os praticantes usaram sua inteligência até a exaustão, cada qual tentando superar a técnica do outro. E agora já não sabem como continuar. Isto é o que sempre ocorre quando só se presta atenção à técnica e quando as pessoas confiam inteiramente na própria inteligência. Esta é deveras uma função do espírito, mas se não for baseada no caminho e apenas visar a habilidade, esta o colocará na senda errada, e tudo o que você conseguir será prejudicial. Procure a verdade na profundidade do seu Ser e pratique de agora em diante o caminho correto.
A seguir, um grande gato tigrado aproximou-se e disse:
- Acredito que, nas artes marciais, só o espírito importa. Por isso, desde cedo, exercitei essa força (ki wo neru - Mêncio). Resultou em que sinto o meu espírito "rígido como o aço", livre, carregado do "espírito ki" que preenche o céu e a terra. Já ao ver o inimigo, esse espírito onipotente o prende, e obtenho a vitória antes mesmo de começar. Só então faço o primeiro gesto! Inconscientemente, cada movimento acontece de acordo com o que a situação requer. Adapto-me ao "som" do meu oponente, lanço o meu poder sobre o rato, faço com que vá para a direita ou para a esquerda a meu bel prazer, antecipando-me a cada gesto dele. Não me importo absolutamente com a técnica, que surge espontaneamente. Quando um rato vai passando, eu o fito com o olhar, e imediatamente ele cai, é minha presa. Mas essa ratazana misteriosa aparece sem forma e desaparece sem deixar traços. O que será isso? Eu não sei!
Então o velho gato lhe disse:
- O que você treinou é o efeito que provém da grande força que preenche o céu e a terra. Mas você adquiriu apenas uma força psíquica, que nada tem que ver com um bem que realmente mereça esse nome. O mero fato de estar consciente da força com a qual você deseja vencer já inibe a vitória. O seu eu está em jogo. E se por acaso o eu do outro for mais forte que o seu, o que acontece? Se você quer vencer o inimigo com a sua força superior, ele joga a força dele contra a sua. Será que você imagina realmente que será sempre mais forte, e que todos os outros serão mais fracos? Como você agirá se houver algo que a sua grande força, mesmo com a melhor boa vontade, não conseguir vencer? Esta é a pergunta a ser formulada! A força espiritual interior que você sente "livre" e "dura como o aço", capaz de "preencher o céu e a terra" não é a grande força em si (ki no sho), porém o seu reflexo.
- É o seu próprio espírito, portanto, apenas a sombra do Grande Espírito. É verdade que, às vezes, se apresenta como a grande força oniabrangente (ou omni-abrangente), mas na realidade trata-se de algo totalmente diferente. O espírito a que Mêncio se referia é forte porque permanece iluminado pela grande claridade. Porém o seu espírito só é imbuído de força em certas circunstâncias. Sua força e aquela mencionada por Mêncio procedem de origens diferentes, e por isso também atuam de modo diverso. São tão diferentes como o eterno fluxo de um rio, como por exemplo, o Yang-tsé, e uma corrente repentina que se forma durante a noite. Mas qual é o espírito a ser preservado quando você se encontra diante de algo que não pode ser vencido por nenhuma força espiritual (ki sei)? Esta é a pergunta a ser formulada! Diz um ditado: Um gato encurralado morde até outro gato!
- Se o inimigo está encurralado, correndo perigo de vida, ele já não se importa com nada. Ele esquece a própria vida, esquece todo o sofrimento, esquece de si mesmo, não pensa em vitórias ou derrotas. Ele nem sequer nutre a intenção de cuidar da sua própria segurança. E por isso torna-se duro como o aço. Como será possível vencê-lo através dos poderes espirituais que você atribuía a si mesmo?
A essa altura, um gato mais velho aproximou-se lentamente e disse:
- Sim, tudo o que você disse é verdade. Por mais forte que seja a força psíquica tem uma forma (katachi). E tudo aquilo que tem uma forma, por menor que seja, pode ser tocado. Por isso, há muito tempo estou a exercitar lentamente a minha alma (kokoro, a força do coração). Não pratico a força que domina espiritualmente o outro (O-sei usado pelo segundo gato). Também não me fico a me debater, como o primeiro gato. Faço as pazes com o meu oponente, permito que se forme uma unidade com ele, e não me oponho a ele de modo algum. Se o outro for mais forte do que eu, simplesmente me rendo e finjo que faço o que ele quer. De certo modo, minha arte consiste em pegar as pedrinhas que são arremetidas sobre uma cortina solta. Por mais forte que seja o rato que queria me agredir nada encontra que possa agarrar. Hoje, porém, essa ratazana simplesmente resistiu ao meu jogo. Ela ia e vinha tão misteriosamente quanto o próprio Deus. Nunca vi nada igual.
Então o velho gato replicou:
- O que você chama fazer as pazes não procede da essência intrínseca, nem da grande natureza. É uma paz elaborada, artificial, um truque. Você consciente/mente quer iludir o intuito agressivo do seu oponente. Mas por pensar a respeito, mesmo durante um breve momento, ele nota a sua intenção. Se você tenta uma "reconciliação" nesse estado de espírito, só confunde e obscurece o seu próprio instinto agressivo, e a precisão de sua percepção e da sua ação fica prejudicada. Tudo aquilo que você fizer com uma intenção inibe o ímpeto original e secreto da grande natureza, e perturba o fluxo do seu movimento espontâneo. Como é que você pode esperar um milagre deste modo? Só quando você não pensa em nada, quando não deseja nem faz nada, e se rende incondicionalmente ao seu próprio ritmo e à vibração da sua natureza intrínseca (shizen no ka), quando já não tem nenhuma forma palpável, é que já nada mais no mundo pode surgir como contra forma. Então já não existe nenhum inimigo que possa se opor a você.
- Não acredito, por um segundo sequer, que tudo aquilo que vocês praticaram tenha sido inútil. Tudo, absolutamente tudo, pode converter-se numa forma de caminho. A técnica e o caminho também podem ser uma única e a mesma coisa, e o espírito que tudo governa estará então contido na técnica e falará através dos gestos do corpo. A força do grande espírito (ki) serve à pessoa humana (ishi). Se o seu ki é liberado, você está eternamente livre para ir ao encontro de tudo, da maneira correta. Se o seu espírito está genuinamente reconciliado e em paz, você não pode ser atingido nem com pedras, nem com ouro, e não precisará de esquemas especiais para entrar em luta. Uma única coisa conta: que não haja nem um sopro de consciência do ego em jogo, se não tudo estará perdido. Se você pensar a respeito, nem que seja por uma mínima fração de tempo tudo se torna algo artificial e não fluirá mais a partir da essência, da vibração primordial do corpo do caminho (do-tai). Se isso ocorre, então o seu inimigo também resistirá, em vez de fazer o que você espera dele. Portanto, que espécie de método e de arte devem ser empregados? Só quando você estiver livre de qualquer tipo de consciência (mushin), quando você agir sem agir, sem intenções ou truques, em harmonia com a grande natureza de todas as coisas, é que você estará no caminho correto. Deixe, portanto, de lado, qualquer intenção, exercite-se completamente destituído de intenções, e deixe simplesmente que as coisas aconteçam a partir da sua essência intrínseca, de sua verdadeira natureza.
- Esse caminho é sem fim e inesgotável. E o velho gato acrescentou ainda algo surpreendente:
- Vocês não devem acreditar que o que eu lhes disse hoje seja a última palavra. Há pouco tempo vivia numa aldeia vizinha um velho gato. Ele dormia o dia inteiro. À sua volta, porém, não havia o menor vestígio de qualquer coisa que pudesse assemelhar-se a alguma força espiritual. Ele permanecia deitado como um tronco. Ninguém jamais o viu apanhando um rato por perto. Mas não havia o menor vestígio de rato onde quer que ele aparecesse ou permanecesse. Eu o procurei certo dia e lhe pedi que me explicasse esse fenômeno. Ele não me respondeu. Repeti minha pergunta três vezes. Ele se calou. Na realidade, não se tratava de não querer responder, pois ele evidentemente não sabia o que dizer. E então eu soube:
- "Aquele que sabe não diz, e aquele que diz não sabe". Este gato havia se esquecido de si mesmo e de tudo quanto o rodeava. Havia se convertido em "nada", havia alcançado o mais alto nível de ausência de intenção. Poderíamos até afirmar que ele havia encontrado o divino caminho da "cavalaria": vencendo sem matar. Falta-me ainda percorrer um longo caminho para chegar lá.
Ao ouvir isso tudo, Shoken indagou:
- O que significa não haver um eu, nem um anti-eu, não haver sujeito nem objeto? E o gato replicou:
- Quando há um eu, há também um adversário. Quando o homem não se apresenta como um eu, também não há um adversário. Adversário é o princípio da oposição. Enquanto as coisas mantêm uma forma, implicam a existência de uma anti-forma. Sempre que se define qualquer coisa, ela passa a ter forma própria. Se a minha essência íntima é desprovida de forma, não existe a sua anti-forma. Não havendo oposição, nada se opõe a nada. E isso significa o seguinte: não há um eu, nem um anti-eu. Ao se soltar completamente, ao se tornar totalmente livre, fundamentalmente desapegado de todas as coisas, o homem se encontra em harmonia com o mundo, tornar-se Um com as coisas na grande Unidade Total. Mesmo se a forma do seu oponente se extinguir, ele permanece completamente alheio a esse desaparecimento. Não se trata de não perceber essa extinção, mas de não se fixar nisso, de não se ater a isso. Seu espírito continua a se movimentar livremente, isento de qualquer fixação, e suas ações fluem diretamente da sua essência intrínseca.
- Se o nosso espírito já não se apega mais a nada, livre de todo e qualquer apego, então o mundo, tal como é, será completamente nosso, será Um conosco. Isso significa que agora nós o aceitamos, transcendendo o bem e o mal, a simpatia ou a antipatia. Nada mais nos prende, e também a nada mais nos agarramos. Todas as oposições que nos aparecem - ganho ou perda, bem ou mal, alegria ou dor - provêm de nós mesmos. Por isso não há nada entre o céu e a terra que seja tão valioso para nós como o conhecimento da nossa própria natureza intrínseca.
- Dizia um antigo poeta: "Um grãozinho de poeira no seu olho, e os três mundos são ainda demasiado estreitos; se já não nos importamos com nada, a menor cama ainda será grande demais." Ou em outras palavras: um grãozinho de poeira, ao entrar em nosso olho, impede que ele se abra, pois algo atrapalha a visão clara, que só acontece quando não há nada no interior do olho. Isso pode ser uma metáfora do Ser - a luz que brilha e ilumina, em si mesma é completamente isenta de tudo o que é "qualquer coisa". Mas quando qualquer coisa se coloca diante do Ser, essa imagem destrói a sua virtude. E outro poeta dizia:
- "Se você está rodeado por cem mil inimigos, então aquilo que você é, na sua própria forma, fica esmagado. Mas a natureza intrínseca é sua, e permanece sua, por mais forte que seja o inimigo. Pois nenhum inimigo pode jamais penetrar. Dizia Confúcio:
- "A essência intrínseca não pode ser roubada nem mesmo de um homem pobre. Mas se o seu espírito torna-se confuso, sua essência intrínseca volta-se contra ele."
- Isto é tudo o que eu lhes posso dizer. Penetrem no interior de vocês mesmos, e procurem conhecer-se melhor. Um mestre só pode tentar transmitir algo ao aluno e tentar explicá-lo. Porém, só você mesmo pode reconhecer a verdade e apropriar-se dela. A isso se chama autoconhecimento (jitoku). A transmissão se dá de coração a coração (ishin denshin). Trata-se da transmissão de um dom por intermédio de sendas extraordinárias, que transcendem o vazio e a erudição (kyogai betsuden). O que não significa que contradizem os ensinamentos do mestre. Quer dizer apenas que mesmo um mestre não é capaz de transmitir a verdade. E isto não é válido somente para o Zen. Desde os exercícios espirituais dos antigos, desde a arte de aprimoramento da alma até as belas artes, o elemento vital sempre foi o autoconhecimento, e este só pode ser transmitido de coração a coração, além de qualquer ensinamento comunicado. O propósito de cada ensinamento é apenas: apontar e ressaltar aquilo que todo homem já possui sem saber.Também não existe nenhum segredo que o mestre possa "passar" para o discípulo. É fácil ensinar. Ouvir é fácil. Difícil é conscientizar-se daquilo que se possui dentro de si mesmo, encontrá-lo e tomar posse dessa essência adequadamente. A isso chamamos olhar para dentro de si mesmo, a isso denominamos visão da essência (ken-sei, ken-sho). Se isso ocorrer, alcançamos o satori. É o grande despertar do sonho, das ilusões e dos enganos. Despertar - vislumbrar a nossa natureza intrínseca, perceber a própria verdade - é tudo a mesma coisa."

Origem: Ito Tenzen Chuya, que deixou junto este texto abaixo.
Agradeço a Takeharu Teramoto, meu professor de Zen, por este texto de inesgotável profundidade, "A História da Arte Maravilhosa de um Gato", que transmite uma visão única e vívida. Takeharu Teramoto foi almirante e antigo professor da Academia de Marinha de Tóquio. Sua prática (gyo) era a esgrima. Essa história lhe foi transmitida por seu mestre, o último de uma escola de esgrima na qual a história dos cinco gatos havia sido secretamente transmitida desde o século XVII. Karlfried Graf Dürckheim.
Site: budismosimples , mais textos aqui.

Obs: Há uma versão em francês desta historia que tem como personagem principal uma gata e um rato, em vez de um gato e uma ratazana, e o nome alemão citado é Karlfried Graaf Von Dürckheim.


Imagem do Blog Coisas Para Divulgar

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Reconciliação possível

Para ocorrer a reconciliação é preciso preencher uma destas três condições:
  • Primeira, ambos os lados têm perdas massivas e equivalentes.
  • Segunda, ambos ficam esgotados e surge uma terceira parte que os ajuda a se reconciliar.
  • Terceira, o surgimento de um inimigo comum.

    Entrevista de
    Jared Diamond da Universidade de Califórnia e autor do livro “Colapso”.
    Fonte: Veja 03/09/2008.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Para Merecer a Vitória

Tudo é uma questão de preparo, de estar preparado para enfrentar determinadas situações. Tudo para manter o sentimento de estar fazendo o máximo. O técnico Bernardinho chega até a criar sacrifícios artificiais, como acordar mais cedo para treinar entre uma temporada e a outra, chegar de viagens longas e ir direto para a quadra treinar, entre outros exemplos. Na hora do jogo isto se traduz em uma postura: nós fizemos tanto e ninguém vai tirar isso da gente.

Origem: Blog da Ana Moser

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Ganhar e Perder 1 - A psicologia da derrota

A psicologia esportiva aponta:
- O caminho mais rápido para acabar com a angustia da disputa é a derrota: é muito mais fácil relaxar e perder, do que se superar para vencer.
Origem: Blog da Ana Moser
Qual a diferença entre Diego e Cielo??

Imagem do Site Psicologia No Esporte

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

Eu, não nós.
Mude para: Eu não, nós.


Origem: Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Rastro de Rosas

Fica sempre um pouco de perfume, nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas.

Origem: Web, e também atribuída a Thomas Cray (1716-1771) - Teólogo inglês.

domingo, 24 de agosto de 2008

Turning point

Toda viagem tem um "turning point", um ponto de crise.
Começa com um cansaço, com uma desmotivação para sair a visitar os lugares. Depois vai virando uma carência, uma falta de interação humana, social, mais precisamente de gente amiga. Ameaça virar uma rejeição à cidade e um "fui, galera!".
Aí vem a "re -virada". O que ajuda?
- Ver gente conhecida, falar a língua, interagir (tudo isto para reagir!). Começa-se a ficar mais feliz (quando se havia começado a ficar triste).

Origem: Aflora

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Atitude II - Quanto mais eu vivo ...

Quanto mais eu vivo, mais eu percebo o impacto da atitude na vida. Ela é mais importante que o passado, que a educação, que o dinheiro, que as circunstâncias, que os fracassos, que os sucessos, e do que as outras pessoas pensam, dizem, ou fazem.
Imagem do Ipu SpaceBlog

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Uma história real

Havia um homem que se chamava Fleming e era um pobre lavrador escocês.
Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o pão para a sua família, ouviu um pedido de socorro proveniente de um pântano que havia na redondeza.

O Sr. Fleming largou tudo o que estava a fazer e correu ao pântano. Lá, deparou-se com um rapazinho enterrado até a cintura, gritando por socorro e tentando desesperadamente e em vão, libertar-se do lamaçal onde caíra. O Sr. Fleming retirou o rapazinho do pântano, salvando-o assim da morte.
No dia seguinte, chegou uma elegante carruagem à sua humilde casa, donde saiu um nobre elegantemente vestido, que se lhe dirigiu apresentando-se como o pai do rapazinho que salvara da morte certa.
- Quero recompensá-lo, disse o nobre.
O senhor salvou a vida do meu filho.
- Não, não posso aceitar dinheiro pelo que fiz, respondeu o lavrador escocês.
Nesse momento, o filho do lavrador assomou à porta da casa.
- É seu filho? Perguntou o nobre.
- Sim, respondeu orgulhosamente o humilde lavrador.
- Então, proponho-lhe o seguinte: Deixe-me proporcionar ao seu filho o mesmo nível de instrução que proporcionarei ao meu. Se o seu rapaz sair ao senhor, não tenho dúvida alguma que se converterá num homem de que ambos nos orgulharemos.
O Sr. Fleming aceitou e o filho do humilde lavrador freqüentou as melhores escolas, e licenciou-se em Medicina na famosa Escola Médica do St. Mary's Hospital de Londres
O filho do Sr. Fleming se tornou um médico brilhante e ficou mundialmente conhecido como Dr.Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina. Anos depois, o “rapazinho”que havia sido salvo do pântano adoeceu com uma pneumonia E desta vez, a penicilina salvou a sua vida.

Quem era o nobre, que investiu na formação do Dr. Alexander Fleming? Sir Randolph Churchill.
E o filho do nobre, que foi duas vezes salvo pela família Fleming? Sir Winston Churchill.

Alguém já disse uma vez: O que vai, volta.

Trabalhe como se não precisasse do dinheiro.
Ame como se nunca tivesse sido magoado.
Dance como se ninguém estivesse vendo.

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